O Jovem é levado a sério?

Por Paulo Motoryn, colaborador da Revista Vaidapé, estudante de Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica (PUC-SP) e Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (USP).

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Na Europa, a receita neoliberal para superar a crise econômica – as medidas de austeridade, que consistem no enxugamento dos gastos públicos – tem causado efeitos avassaladores sobres os direitos sociais conquistados pela população a partir de meados do século passado.

O desemprego, consequência da economia fragilizada, atinge de forma brutal especificamente os mais jovens. Em fevereiro, 23,5% dos menores de 25 anos na União Europeia estava sem emprego. Na Espanha, a situação é ainda mais grave: um em cada dois jovens não tem trabalho.

O catastrófico cenário em que a juventude europeia está imersa serve de alerta: mais vulnerável por ter menos anos de trabalho, os jovens careciam de políticas públicas específicas para que o desemprego não os assolasse, como está ocorrendo.

E na cidade de São Paulo? O poder público pensa em políticas públicas para os jovens – não apenas relacionadas às questões trabalhistas, mas também à educação, lazer, qualidade de vida, etc.?

Por mais que poucos paulistanos conheçam, desde a gestão da prefeita Marta Suplicy, funciona a Coordenadoria de Políticas Públicas para a Juventude. Um órgão responsável por pensar, discutir e promover as ações estatais voltadas para os jovens.

Contudo, nos últimos anos, as constantes trocas de coordenador e os poucos recursos destinados ao órgão impossibilitaram a consolidação de um planejamento das políticas de juventude na cidade.

O atual coordenador municipal da juventude, Gabriel Medina, de apenas 31 anos, recebeu a equipe da Revista Vaidapé em seu gabinete, no centro da cidade, e concedeu uma entrevista exclusiva.

No bate-papo, apresentou seus projetos para a juventude paulistana, foi questionado sobre a efetividade de políticas públicas nos mais diversos setores, revelou iniciativas ainda em desenvolvimento e fez um apelo por uma maior valorização da coordenadoria.

Nesta sexta-feira, dia 31, a Vaidapé publica a entrevista completa com Gabriel Medina. Fique ligado!

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