Leonardo Sakamoto

Por Guilherme Almeida

Há cinco anos ninguém previa que o Facebook viraria o grande centralizador de conteúdo da internet. Poucos discutiam como transferir seus produtos para plataformas móveis, como smartphones.

Os grandes veículos de informação se limitaram a discutir o fim do jornal em papel e perderam o bonde digital. Hoje a realidade está dada; a internet muda a forma como as pessoas se conectam com os veículos de notícia e como esses veículos produzem e distribuem seus materiais.

Mas onde fica o trabalho do jornalista nesse imbróglio? Como financiar a produção se o consumo final é quase sempre gratuito?

Para teorizar sobre questões de ordem tão praticas a Vaidapé falou com jornalista e professor Leonardo Sakamoto. Na entrevista ele deu suas opiniões sobre mercado de trabalho e financiamento de produção jornalística.

Segundo Sakamoto, não há uma única solução e muito menos um único problema. “Crowdfunding, publicidade, financiamento estatal, doações, financiamento direto para reportagens e financiamento cruzado, nenhum desses sistemas mantém um bom jornalismo sozinho, é necessário cruzar todos esses meios e ao mesmo tempo não depender de nenhum deles”, diz o coordenador da ONG Repórter Brasil.

O papo foi da relação do leitor com grandes veículos de informação, passou pela atuação da universidade no processo e chegou até o financiamento do jornalismo. Acompanhe a entrevista concedida na sede da Repórter Brasil em São Paulo:

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