Apenas um a cada vinte paulistanos adotam a leitura como lazer

Por Paulo Motoryn

leitura

O índice Well Being Brasil (WBB), que mede o bem-estar do cidadão, desenvolvido pelo MyFunCity e Fundação Getúlio Vargas (FGV),  entre outras variáveis, mostra que a leitura tem pouca relevância no hábito dos paulistanos.

Cerca de 5% dos respondentes disseram que ler é uma atividade de lazer efetivamente praticada em suas rotinas. Além disso, foram apenas 4%, aproximadamente, aqueles que indicaram a leitura como sua atividade preferida. Para o tema lazer, de forma geral, verifica-se preferência explícita por atividades físicas e viagens, que juntas somam 48,2% das respostas.

A educadora Mayara Freitas atribui os resultados da pesquisa ao fato de a leitura estar associada aos ambientes acadêmicos. “Como a criança geralmente é incentivada à leitura apenas na escola e nos espaços em que há vigilância, acho que é natural, apesar de triste, as pessoas optarem por outras atividades nos períodos de lazer ao longo da vida”, explica.

Antes da leitura, os paulistanos ainda elencaram descanso, ida aos parques, passeios e atividades culturais como atividades de lazer mais praticadas e preferidas. “Nenhuma das atividades citadas mais vezes do que a leitura constitui um traço cultural preocupante, mas isso não exclui os perigos da repulsa aos livros, algo muito comum e que chega a ser difundido nos meios de comunicação de massa”, analisa a pedagoga.

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